Massageie o seu bebê
Sim, os bebês têm necessidade de leite.
Mas muito mais de serem amados e receberem carinho.
Serem levados, embalados, acariciados, pegos e massageados”
LEBOYER
Aprenda a fazer a Shantala em seu bebê
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terça-feira
Cão faz Shantala em bebê
quarta-feira
Um gorro para aquecer a cabecinha do bebê
Gorro é um subtipo do chapéu. Ele foi uma tentativa frustada de um "secador de cabelos". Tem formato redondo, sem abas, que cobre as orelhas, e é usado tanto por homens como por mulheres ou crianças, para proteger contra o frio. Geralmente é feito de malha, tanto a industrializada como a tecida manualmente, como o tricô ou crochê.
Existem variações nos gorros: alguns podem ser amarrados embaixo do queixo e, outros, chamados balaclavas, cobrem completamente o rosto e o pescoço, deixando a descoberto apenas os olhos e às vezes a boca, sendo usados principalmente por militares, agentes de polícia, alpinistas, esquiadores,motociclistas e também por criminosos.
Nos países em que o frio é muito intenso, os gorros podem ser feitos de peles ou de outro material, como couro, e são forrados com peles.
Fonte: wikipédia
Gorro para Bebê ( parte -2 )
Touca bebe funil – croche
Touca Bebê - Crochê Parte-2
TABELA DE TAMANHOS PARA TOUCAS GORROS CHAPÉUS E BOINAS DE BEBÊS Professora Simone | ||
IDADE | ALTURA | CIRCUNFERÊNCIA |
RN | 13 CM | 34 – 36 CM |
1 – 3 M | 14- 15 CM | 38 – 40 CM |
3 -6 M | 15- 16 CM | 42- 44CM |
6-9 M | 16- 17 CM | 44- 46 CM |
9 – 12M | 17- 18 CM | 45 – 47 CM |
12 – 18 M | 18 – 19 CM | 46- 48 CM |
Aprenda a fazer sapatinhos de tricô: AQUI
Aprenda a fazer sapatinhos de tricô
Parte 1 - Sapatinho de Tricô Bebê Anjinho
- Aprendendo Tricô
Parte 2 - Sapatinho de Tricô Bebê Anjinho
- Aprendendo Tricô
Parte 3 - Sapatinho de Tricô Bebê Anjinho
- Aprendendo Tricô
Aprenda a fazer sapatinhos de crochê: AQUI
Fazer tricô para espantar o frio
O tricô é uma técnica para entrelaçar o fio (de lã ou outra fibra têxtil) de forma organizada, criando-se assim um pano que, por suas características de textura e elasticidade, é chamado de malha de tricô ou simplesmente tricô.
Pode ser feito manualmente, com duas agulhas, ou só com uma que, além de propiciar o entrelaçamento do fio (criando cada ponto), abrigam a malha de tricô já tecida. A técnica nasceu provavelmente no Egito onde o entrelaçamento era feito com a ajuda de ossos oumadeira. Os belgas levaram a técnica aos ingleses onde as mulheres a desenvolveram para produzir meias e cachecóis que protegessem seus maridos e filhos no inverno. Usavam fios de lã pura que elas mesmas produziam. Por isso até hoje o tricô está relacionado aoinverno, o que a tecnologia reinventou, levando-a também para as malhas de verão através de fios leves e apropriados. A mortalha tecida por Penélope para poder ser desfeita só poderia ser feita em tricô, visto que ela a desfazia a noite para ganhar mais prazo para espera do seu amado Odisseu (A malha permite o descampionamento que é jeito ligeiro de desfazer um tecido de malha os outros processo de tecimento não possuem nada semelhante)
O tricô pode também ser feito através de máquinas próprias chamadas de máquinas de tricô, o que também resulta num pano muito semelhante à malha manualmente tecida.
Fonte: Wikipedia
Aprenda os pontos básicos do tricô
Aqui você vai aprender os primeiros passos para confeccionar suas próprias roupas. Descubra como o tricô pode ser um bom passatempo ou vá mais longe e ganhe dinheiro com as suas criações.
TRICÔ PARA PRINCIPIANTES
Peças para criança de 0 a 1 ano.
MATERIAL DA TRICOTEIRA
1)Agulhas de tricô
Agulhas para tricônº 3nº 3.5nº 4nº 4.5nº 5 etc
2)Agulha para costurar lã, sem ponta
3)Tesoura
4)Uma fita métrica para costura
5)Agulha circular (para decotes ou cavas) nº 3.5, 4 etc.
6)Alfinetão para colocar pontos a espera.
7)Uma sacola para guardar ou transportar o trabalho.
PEÇAS TRICOTADAS E LÃ NECESSÁRIA (Lã de três fios)
SAPATINHO E TOUCA.................................1 NOVELO
LUVINHA E TOUCA.....................................1 NOVELO
CASAQUINHO.............................................2 NOVELOS
CALÇA COMPRIDA......................................2 NOVELOS
MANTA PARA CARRINHO...........................5 NOVELOS
XALE PARA BEBÊ.........................................8 NOVELOS
Leia a apostila completa:
A gravidez por dentro - Primeiras nove semanas
A primeira semana da gravidez é a semana da sua última menstruação, já que normalmente não é possível saber com exatidão o dia da concepção, utiliza-se o primeiro dia de sua última menstruação como referência para o início da contagem das semanas de sua gravidez.A ovulação, ou seja, a liberação do óvulo pelo ovário, ocorre 14 dias antes da próxima menstruação. Em ciclos menstruais de 28 dias, ocorre na metade.
Assim, o corpo começa a se preparar para receber um novo óvulo que poderá ser fecundado. Dentre as modificações maternas, o endométrio, camada mais interna do útero, prolifera para receber o ovo (óvulo fecundado) e o muco cervical torna-se menos consistente, facilitando a passagem dos espermatozóides através do colo uterino. No dia da ovulação, o corpo pode ter sua temperatura elevada em 1°C. O óvulo liberado pelo ovário migra para a trompa.
O melhor é planejar a vinda do bebê, pois assim poderá evitar o uso de fumo, drogas, bebidas e anticoncepcionais no início da gravidez que podem trazer prejuízos ao desenvolvimento do bebê, preparando o seu corpo para que receba o embrião da melhor forma possível.
A importância do planejamento da gravidez
Existem ações que são feitas antes mesmo da gravidez começar que ajudam na prevenção de doenças.
Uma delas é a ingestão de ácido fólico três meses antes da concepção e no primeiro trimestre da gravidez. Essa atitude traz maiores benefícios para o fechamento do tubo neural do bebê e previne contra a chamada anemia macrocítica. O ácido fólico é encontrado em alimentos como brócolis, espinafre, gema de ovo, fígado, feijão, peixes, mas em quantidades insuficientes para suprir as necessidades da mulher que deseja engravidar.
Se o tubo neural não se fechar completamente provocará defeitos na coluna vertebral e problemas no desenvolvimento neurológico do bebê. A ultrassonografia de 2º trimestre é importante no diagnóstico de patologias associadas ao fechamento do tubo neural.
Às vezes só com alimentação a ingestão de ácido fólico não é suficiente. Seu médico saberá te indicar a dose certa.
Fonte:
Você pode receber informações, do guia do bebe, pelo seu e-mail.
Leia mais sobre a gravidez e o parto
segunda-feira
O MITO DO AMOR MATERNO
Por Eliana Ribertinazareth
Dissertação sobre o mito do amor materno
Em “Um amor conquistado – o mito do amor materno”, Elizabeth Badinter nos mostra de maneira muito clara que o amor materno inato é um mito. Não é “dado”, mas sim, como deixa antever o título da obra, “conquistado”.
Porém, acreditamos em nosso imaginário que tal amor seja algo natural. Algo que nasce com as mulheres, verdadeiro apanágio feminino. Fala-se até de “instinto materno”. E coitadas daquelas que não o têm! Sofrem um certo preconceito, pois falta-lhes qualquer coisa de fundamental!
Essa convicção se dá basicamente por duas razões.
A primeira é devido à imposição feita pela cultura, responsável pelo desenvolvimento do modelo de amor materno conhecido atualmente e com o qual temos convivido desde o século XIX.
A segunda, em uma relação de causalidade circular com a anterior, deve-se à necessidade de se idealizar a relação mãe-filho, idealização que obedece ao desejo de união perfeita, fantasia de completude que protege o indivíduo das ansiedades e medos mais primitivos de separação, abandono e perda.
Desse modo, a mãe é concebida como alguém puro a quem são atribuídos apenas sentimentos nobres de acolhimento, abrigo e continência no que diz respeito a sua cria. A criança, é vista como um ser que se satisfaz total e plenamente com uma relação fusional com ela satisfazendo-a do mesmo modo. (Um exemplo do valor dado à tão sonhada relação, são as expressões artísticas cristãs que retratam sempre a Madona olhando o Menino Jesus com enlevo e este, por sua vez, retribuindo com adoração).
O caráter ambivalente e contraditório desse modelo de vínculo que reúne sentimentos de aprisionamento e possibilidade de individuação, será enfrentado só bem mais tarde na vida, com a entrada do terceiro na relação diádica composta por mãe e filho, cujo primeiro representante e protótipo para os demais é o pai.
Contudo, o amor materno como o conhecemos atualmente, é aquisição bem recente. Os estudos trazidos por Badinter nos fazem ver que nem sempre foi assim. A mãe tinha mais uma função biológica que afetiva, ficando as crianças ao cargo de amas-de-leite que lhes garantiam a sobrevivência física, o suporte emocional e humanização.
A crença do amor materno instintivo, imaculado e incondicional terá importantes conseqüências no exercício da convivência entre pais e filhos, na visão de guarda e na dificuldade que se observa quando se apresentam modificações nos parâmetros de convívio estabelecidos como “naturais e corretos”, como veremos mais adiante.
Todo afeto para se dar precisa de proximidade física e emocional. Deve ser conquistado com e na convivência. É na intimidade das relações construídas no cotidiano que germina, cresce e frutifica.
E o amor materno não foge a essa regra. Não é decorrente, como se crê, da ação de algum instinto. É afeição que, como qualquer outra, necessita de reciprocidade desenvolvida em um relacionamento estreito e contínuo que assegure confiança e familiaridade aos que dele se nutrem.
Se o amor não é dado, não está garantido de antemão, não é fruto de geração espontânea, mas ao contrário, demanda empenho, cuidado e investimento dos que integram uma relação amorosa qualquer que seja ela – entre mãe e filho, entre amantes, ou entre amigos –, por qual motivo vê-se ainda com tantas reservas a atribuição da guarda dos filhos ao pai quando de uma separação conjugal? Talvez devido ao preconceito, medo de contrariar a prática usual, ou mesmo desinformação...
As noções que temos de como as funções e papéis sociais devam ser exercidos é resultado do que Pichón-Rivière (1985) denominou de representação da norma social designada. “[...] um imaginário social dado por idéias, imagens e estereótipos, isto é, representações simbólicas compartilhadas [...] com certa homogeneidade pelas pessoas da época histórica de que se trata”.
Devido a ação desses núcleos de significados imaginários que funcionam como lentes ou crivos de decodificação de comportamentos, alterar a visão de mundo e dos valores sobre os quais assentam as experiências, demanda um tremendo esforço e provoca desconforto não só naqueles que ousam mudar, mas também nos que os cercam.
Esse legado inconsciente e o mito do amor materno são em grande parte responsáveis por um lado, pelas mães que “deixam” a guarda para o pai, ou perdem a guarda sentirem-se, ou serem vistas como mães incompetentes, abandonantes e más e, por outro, os pais que reclamam a guarda, ou a “tiram” das mães sentirem-se, ou serem vistos como indivíduos cruéis e desumanos.
Ora, os atributos de afeto antes referidos não são prerrogativas do amor materno. Não estão adstritos a ele.
O amor paterno também é semeado, alimentado e aprendido no trato diário com os filhos. Nas oscilações da convivência, em meio à ambivalência, é construído e sustentado. Nada difere em possibilidade, da magnitude do amor materno.
Considerar que ambos os “amores” sejam conquistados, portanto legítimos e de igual qualidade não equivale a dizer que não haja diferenças entre eles. Afeto e função maternos e paternos têm suas especificidades por mais difícil que seja estabelecer distinções atualmente.
O que a criança precisa é de quem a olhe e veja como alguém de importância emocional, para nessa mirada poder reconhecer-se como alguém merecedor de amor e “amável”.
A cultura tem protegido as mulheres dando-lhes apoio, guarnecendo-as de modelos e ensinando-as a ser mães. O mesmo não tem se dado em relação ao pai. Abastecê-lo de modelos de paternidade próxima e emocionalmente responsável é desafio para todos nós, homens e mulheres.
Fonte:
Ler também:
AMOR MATERNO: MITO OU REALIDADE?
http://www.escolafreudianajp.org/arquivos/trabalhos/Amor_materno_mito_ou_realidade.pdfsexta-feira
Os cuidados com o recém nascido
A troca de fraldas e os cuidados com cordão umbilical
O banho do bebê
sábado
Teratogenicidade e uso de medicamentos na Gravidez e Amamentação
Dezenas de novas drogas são aprovadas para uso anualmente, estas se somam àquelas em uso já ha décadas. No entanto a maioria das drogas que são prescritas no dias de hoje (mais de 75%) continuam a trazer o alerta "A segurança sobre o uso durante a gravidez não tem sido ainda definitivamente estabelecido".
Para pessoas com mais de 50 anos de idade, a droga chamada talidomida traz lembranças sobre bebês nascidos com várias deformidades, especialmente dos membros superiores. Disponível na Europa como um sedativo de 1957 a 1962, este farmaco era particularmente efetivo no tratamento de vomito associado a gravidez.
E demorou para ficar evidente às autoridades que a talidomida era responsável por produzir defeitos de nascimento, até que milhões de mulheres tivessem tomado a droga e milhares de bebês tivessem nascidos com variasmalformações. Durante esta fase de desenvolvimento da industria farmacêutica, testar o efeito das drogas em embriões e fetos não faziam parte da rotina industrial. Na verdade muitos profissionais de saúde acreditavam que o útero isolava o feto do ambiente externo. A tragédia da talidomida permanentemente modificou esta visão e criou um novo paradigma para compreender os efeitos das drogas no feto e avançou a crescente idéia de que as drogas deveriam ser alem de efetivas, também seguras, a compreensão atual é de que se você da a uma mulher gravida uma droga , você também estará dando a mesma droga ao feto em desenvolvimento.
Teratologia
Teratologia é o estudo dos processos biológicos e causas do desenvolvimento anormal e defeitos de nascimento. Um teratogêno é qualquer agente - incluindo fatores ambientais - que causa um anormal desenvolvimento prenatal ( O termo, terato-, vem da palavra grega que significa monstro.). Um termo mais preciso para defeitos de nascimento é "malformação congênita". Uma concepção equivocada comum sobre teratogenecidade e de que ela envolve apenas defeitos físicos. Na verdade, muitos efeitos teratogênicos são
funcionais e comportamentais e não se tornam evidentes até que a criança tenha a idade no qual essas funções ou comportamentos normalmente se desenvolvem. Uma termo mais abrangente para defeitos de nascimento que leva em conta defeitos funcionais ou comportamentais é "anomalias congênitas".
Por razões éticas óbvias, à mulher grávida não podem ser dadas drogas com o propósito de avaliar a teratogenicidade. Por causa disso outros métodos de investigação da teratogenicidade necessitam ser utilizados. Um dos mais comuns é coletar dados retrospectivamente. Um problema com a coleta de dados retrospectivos, porém , é a informação incompleta ou a vezes equivocada fornecida pela paciente ou constantes de prontuários médicos.
A incidência de importantes anormalidades estruturais em fetos nos EUA é de 2-4%. Se malformações menores , tais como dedos extras forem incluídos , isto poderia aumentar até cerca de 10%. Cerca de 25% destas anormalidades são devidas provavelmente a predisposição genética, enquanto 2-3% são induzidas por medicamentos.
A exposição a farmácos na ocasião da concepção e implantação do ovulo fecundado pode matar o feto, e a paciente pode nunca saber que ficou grávida. Se a exposição ocorre nos primeiros 12-15 dias após a concepção, quando as células estão em seu potencial total(ex. se uma célula esta danificada ou morta outra pode assumir sua função), o feto pode não ser danificado. Os primeiros 3 meses são o mais críticos em termos de malformações .
Defeitos funcionais e comportamentais tem sido associados com exposição a drogas em fases posteriores da gestação.
Os medicamentos que uma mulher toma durante a gravidez pode afetar o feto de várias maneiras:
1- Por atuar diretamente no feto, causando dano,
desenvolvimento anormal ou morte.
2- Por alterar a função da placenta, usualmente pela constricção dos vasos sangüíneos e consequente redução da troca de oxigênio e nutrientes entre o feto e a mãe.
3- Por causar contração intensa dos músculos uterinos, prejudicando indiretamente o feto pela redução do suprimento sanguíneo.
Se uma droga deve ser dada , a mais baixa dose efetiva deve ser prescrita pelo mais curto tempo de duração possível.
Teratogênos podem causar aborto espontâneo, anormalidades congênitas, retardo do crescimento intrauterino, retardo mental, carcinogenese, e mutatogenese.
Exemplo de drogas consideradas comprovadamente teratogênicas em humanos:
Inibidores da ECA (ex. Captopril); Antineoplasicos; Antitireioideanos; Barbituratos;Carbamazepina; Etanol ( em altas doses); Fenitoina; Iodetos e Iodo radioativo; Lítio;
Misoprostol; Retinoides; Talidomida; Tetraciclina; Valproato de sódio; Vitamina A(>18.000 UI/dia) e Warfarina.
Medicamentos sem nenhum efeito adverso conhecido para a Gravidez (nenhuma droga é absolutamente sem risco durante a gravidez. Estas drogas parecem ter um mínimo risco quando usadas conscientemente sob supervisão médica.) :
Acetaminofeno; Analgésicos narcóticos; Cefalosporinas; Corticosteroides; Eritromicina; Fenotiazinas; Hormônios tireoidianos; Penicilinas e Polivitaminicos.
Drogas durante a Amamentação
A administração de algumas drogas (ex. ergotamina) para mães em amamentação pode causar toxicidade ao bebê, enquanto administração de outras (ex. digoxina) tem pouco efeito. Algumas drogas inibem a lactação (ex. bromocriptina).
A toxicidade para o bebê pode ocorrer se a droga penetra no leite materno em quantidades farmacologicamente significantes. A concentração no leite de algumas drogas
(ex. iodetos) podem exceder aquelas no plasma materno tanto que mesmo sendo uma dose terapêutica para a mãe pode causar toxicidade para o bebê. Algumas drogas inibem o
reflexo de sugar do bebe (ex. fenobarbital). Drogas no leite materno podem, pelo menos teoricamente , causar reações de hipersensiblidade no bebê ainda quando em concentrações
muito baixas para ter um efeito farmacológico.
Drogas que podem aumentar a produção de leite e podem provocar galactorreia incluem antipsicóticos, cimetidina, metoclopramida e metildopa.
Drogas contra-indicadas durante a amamentação:anfetaminas, bromocriptina, ergotamina, lítio, nicotina, varias drogas antineoplásicas e drogas de abuso.
Para informações mais detalhadas sobre o uso de drogas na gravidez e lactação os seguintes websites podem ser consultados :
http://www.perinatology.com/exposures/druglist.htm neste site você pode pesquisar qualquer farmáco e saber sobre seu grau de segurança na gravidez, efeito na amamentação.
Este site traz também páginas sobre a exposição materna a agentes químicos, medicamentos, infecções , doenças maternas e agentes físicos.
http://www.motherisk.org é um site do Hospital for Sick Children, Toronto, Canada. Por cerca de 15 anos o programa Motherisk tem revisto dados ao redor do mundo e conduzido
trabalhos controlados prospectivos para determinar os potenciais riscos de medicamentos durante a gravidez.
http://www.modimes.org/HealthLibrary2/BirthDefects/Default.htm Programa da March of Dimes Birth Defects Foundation, entidade de voluntários norte-americana que trabalha há mais de 60 anos afim de evitar defeitos congênitos em crianças.
Bibliografia:
-DeSimone, E. et all -Teratogenicity and Dermatologic Agents- US Pharmacist , vol. 26 n.4, 2001.
-Young, V. Teratogenicity and drugs in Breast Milk in Applied Therapeutics-The Clinical use of drugs, 7a edição , 2001 , Lippincott Willians.-Wells, B. at all ,
Pregnancy and therapeutic considerations in Pharmacotherapy Handbook , 2a edição, 2001, Appleton & Lange.
Fonte:
http://draangelaratkiewiczrodrigues.site.med.br/index.asp?PageName=Teratog-EAnicos
terça-feira
Bebê se diverte na barriga da mãe
Cada vez mais os estudiosos confirmam
o que a gente sempre soube: os bebês são capazes
de aprender ainda no útero.
Minha filha também brincava assim, na minha barriga.
E de tão apressadinha - pois o espaço era pouco -,
nasceu de oito meses. Linda!
Aprendizado dos bebês começa dentro da barriga da mãe
Há vida inteligente dentro da barriga. Cada vez mais os estudiosos confirmam o que a gente sempre soube: os bebês são capazes de aprender ainda no útero.
O que os cientistas chamam de inteligência depende das sinapses, ligações que se estabelecem entre os neurônios, as células do cérebro. Quanto mais estímulos, mais sinapses e maior a capacidade de aprendizado.
Para que as tais sinapses se formem, é preciso que o bebê - e, agora confirma-se, o feto - seja exposto a estímulos externos. "Como estímulos do ambiente não acontecem apenas após o nascimento, podemos supor que haja formação de sinapses já dentro da barriga", diz o neurologista Luiz Celso Vilanova, chefe do setor de Neurologia Infantil da Unifesp.
A idéia de que o feto faz mais dentro da barriga do que apenas crescer e tomar forma, é mais velha que andar pra frente. Os egípcios já pensavam na vida intra-uterina, filósofos da Antigüidade falavam em inteligência fetal e é de Leonardo Da Vinci a frase "a mesma alma governa dois corpos", sugerindo que o que a mãe faz e sente influencia na formação do bebê.
Pesquisas sobre psiquismo fetal demonstram que as habilidades apresentadas pelos recém-nascidos começam a se desenvolver muito antes de nascerem.
Até a década de 1980, o útero era visto como uma caixa-forte, que isolava o feto do mundo. Acreditava-se que a seqüência e o ritmo do desenvolvimento eram determinados apenas por componentes biológicos e genéticos e o ambiente pouco interferia.
Tudo isso caiu por terra com a evolução da ciência e coisas que agora nos parecem banais, como o ultra-som: já está comprovado que a partir da 20ª semana de gestação o bebê reage a estímulos auditivos. Traduzindo: é capaz de escutar e consegue reconhecer a voz da própria mãe entre as de outras mulheres. E essa capacidade não é biológica, não está inscrita nos genes. Ou seja, é aprendida.
Dizem até que é bom expor o bebê a sons de diversos idiomas, além da língua materna. Se nunca teve contato com francês, inglês, espanhol, vai-se perdendo a capacidade de distinguir os sons dessas línguas. Mas não vai pirar, hein? Não vale entrar na neura de ensinar mandarim para embrião.
Sem entrar na loucura de criar gênios, sempre é curioso acompanhar os estudos científicos. Experiência numa maternidade inglesa revelou que fetos de 5 meses acalmavam-se ao executar Vivaldi e Mozart e ficavam agitados com Beethoven, Brahms e rock.
A prova de que gosto se adquire é que a esposa de um roqueiro tentou colocar músicas clássicas logo depois que o bebê nasceu, mas sua garotinha só dormia com as músicas do pai, que ela ouviu durante toda a sua vida intra-uterina. Ou seja: nem todo feto curte os clássicos.
O desenvolvimento sensorial segue uma seqüência: primeiro o tato, depois o olfato e o paladar, em seguida o equilíbrio, a audição e finalmente a visão. A audição é um dos sentidos mais estimulados. Embora os bebês prefiram a voz feminina, a de homens próximos também é reconhecida. Um pai cantava o hino do time durante a gravidez da mulher. Depois do nascimento, era só cantar "Salve o Corinthians..." que a criança se acalmava.
Outra evidência de que o bebê guarda memórias de antes de seu nascimento está no reconhecimento do leite materno. Uma das hipóteses é que ele tenha uma memória do odor ou que exista alguma semelhança entre o sabor do leite e o do líquido amniótico.
Pode parecer esquisito hoje, mas, há algumas décadas, os estímulos eram vistos até como nocivos. Os bebês prematuros eram deixados num quarto escuro, sem barulho, embrulhados como um charuto. Ao chegar ao sistema de ensino, essas crianças tinham dificuldades de aprendizado, claro.
A explicação era muito simples: tudo culpa de ter nascido antes do tempo, óbivo. Só que, na época, cerca de 30 anos atrás, os prematuros tinham 1,5 kg. Hoje, bebês que nascem com muito menos, até 600g, se dão muito melhor na escola depois, resultado de muita estimulação precoce e contato com os pais já na UTI neonatal.
"Quando comparamos o comportamento dos bebês brasileiros ao dos bebês americanos, vemos que as crianças de lá são mais desenvolvidas aos 3, 4 ou 5 meses. Eu acredito que a estimulação recebida dentro do útero também faça diferença", diz Vilanova. De novo, a dica é não achar que tem que comprar livros, fitas e DVDs sobre estimulação fetal. Conversar com bebê já é um estímulo e tanto.
Pelo útero, também chegam ao feto todas as emoções e sentimentos da mãe. Sim, ainda em formação ele percebe se você está nervosa, agitada, feliz e tem seu desenvolvimento afetado. E naqueles nove meses nos quais ele vira gente, a única pessoa que também faz parte do seu mundo concreto é a mãe.
Apesar dessa coisa toda parecer um pouco mística, há uma explicação palpável: os sentimentos provocam reações concretas no organismo da mãe, como alterações da respiração e dos batimentos cardíacos.
Com essas informações é possível imaginar que o bebê se sinta mais ou menos confortável quando a mãe passa por momentos agradáveis ou desagradáveis.
Claro que é impossível evitar o stress , a raiva e a tristeza durante longos nove meses. O importante é ser franca com o filho desde já. "Toda gestação é permeada pela ambivalência e é um grande engano pensar que o bebê não percebe. Ele está dentro da mãe e, mesmo que ela finja que está tudo bem, ele sabe que não é assim. Logo, temos que falar a verdade, expressar nossos sentimentos. A contenção é que faz mal", diz a psicoterapeuta especializada em trabalhos com gestantes, bebês e pais Eliana Pommé. O bebê já sabe tudo. E o que ele ainda não sabe, você pode ajudá-lo a aprender, sendo a melhor mãe que puder ser.
Como o bebê se desenvolve:
3 semanas: seu bebê é ainda um pequeno pontinho, do tamanho de uma cabeça de alfinete e está em plena divisão celular.
6 semanas: o coração está batendo. O tubo neural, que se transformará no cérebro e na coluna, está formado. Ele já tem sensibilidade na sua "pele".
10 semanas: já possui todos os órgãos. São criados 250 mil neurônios por minuto. O feto tem 3 centímetros. São notadas as sensações de frio e calor.
12 semanas: apresenta movimentos semelhantes à respiração. Especialistas concordam que até a semana seguinte ele não é capaz de sentir dor.
14 semanas: o feto responde a estímulos e, em 15 dias, será capaz de mexer os olhos. Tem 9 centímetros e 48 gramas.
20 semanas: ele começa a ouvir sons. As pálpebras estão formadas, mas os olhos ainda permanecem fechados. Já existe a reação a gostos diferentes.
22 semanas: o córtex cerebral está formado. Na semana seguinte, movimentos oculares indicam sonho.
26 semanas: o bebê pisca quando um foco de luz é colado à barriga da mãe. Pode sobreviver ao parto prematuro.
30 semanas: com quase 7 meses, o feto está maduro. Abre e fecha os olhos, chupa o dedo, chora e se mexe muito.
34 semanas: pulmões estão desenvolvidos e 8% do peso é gordura. O útero é pequeno para o bebê, que quase não se mexe.
40 semanas: final da gestação. Nessa fase, ele ganha até 30 gramas por dia e já está preparado para o nascimento, levando na bagagem tudo o que viveu dentro do útero.
(Terra)
Fonte:
Mais fotos do desenvolvimento do bebê na barriga da mãe
Poesia de um Bebê
Por enquanto sou pequeno,
muita coisa eu nao sei.
Eu só sei que estou gostando deste mundo onde cheguei.
Nao me apressem por favor, sei que ainda não cresci.
Mas vejam que estou tentando,
me esperem que eu chego aí.
Nao me apressem por favor, sei que ainda não cresci.
Mas vejam que estou tentando,
me esperem que eu chego aí.
Pedro Bandeira
Poesia de um Bebê
Fonte: Mensagens e Poemas
Leia mais: Poesia de um Bebê http://mensagensepoemas.uol.com.br/infantil/recem-nascido/poesia-de-um-bebe.html#ixzz1TEc6jWuo
Música para ninar
Enviado por artefinalarq em 10/11/2008
Enviado por Pamlegendas em 04/02/2009
Mozart para Bebês - So Wonderful (The Magic Flute/ k 620) 3/9
Enviado por Pamlegendas em 04/02/2009
Mozart para Bebês - Andantinoo (Piano Concert nº20 2nd Mov k466) 4/9
Enviado por Pamlegendas em 06/02/2009
Mozart para Bebês - Andante Grazioso (Sonata For Piano in A ist Mov k 331) 9/9
Enviado por andremar 27 em 05/08/2009
Música: Clasico para bebes - Mozart
Estudos demonstraram, ao longo do tempo, os efeitos positivos da música sobre a saúde do bebê, mesmo antes do seu nascimento.
Psicólogos da Universidade de Keele têm demonstrado em suas pesquisas que o feto, com apenas 20 semanas, pode ouvir música. A música, diferente das cantigas apavorantes, aumenta o nível de endorfinas, que são responsáveis por proporcionar uma sensação de relaxamento e bem-estar, acalmando o feto e também à futura mamãe.
Especialistas esclarecem que a música facilita a transição suave e harmoniosa do sono para a vigília em crianças, a redução da irritabilidade e do choro.
Coloque uma suave música para seu bebê relaxar e dormir.
E... bom descanso, mamãe! Você também precisa!
sábado
Aprenda a fazer a Shantala em seu bebê
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| Foto de ritagameiro |
A Shantala é uma massagem milenar indiana, sem registro de quando surgiu exatamente em Kerala no Sul da Índia. Foi descoberta quando o médico francês Frédérick Leboyer, de passagem pela Índia, se deparou com a cena de uma mulher num calçada pública massageando seu bebê. Seu nome era Shantala, ela era paraplégica e estava numa associação de caridade em Pilkhana, Calcutá.
O ambiente que Leboyer percorrera até então era completamente hostil, mas a cena da massagem fez com que a beleza e harmonia dos movimentos de Shantala transformasse tudo a sua volta.
Leboyer pediu para fotografá-la e filmá-la. Ela, admirada pelo interesse em uma prática tão simples e corriqueira, aceitou. Durante dias ele acompanhou a massagem de Shantala em seu bebê, captando atentamente cada movimento. Leboyer fez o possível para que as fotografias exprimissem a profundidade e o amor envolvidos.
Em homenagem a essa mãe, o nome da técnica de massagem em bebês chama-se Shantala. Na índia, essa prática não tem um nome específico, pois trata-se de uma atividade que faz parte da rotina de cuidados com o bebê.
Graças à “descoberta” de Leboyer, e ao seu livro: SHANTALA, massagem para bebês: uma arte tradicional, Shantala vem sendo cada vez mais popular em todo o mundo e cresce a cada dia o número de pesquisas científicas que objetivam comprovar seus benefícios.
Mas há um aspecto que transpõe as pesquisas científicas e suas comprovações: A relação Mãe-Filho/Pai-Filho. Foi esse encantamento, a relação, interação e vinculação que encantou Leboyer e que no Ocidente vem a ser uma forma dos pais apronfudarem o vínculo afetivo com seus bebês.
Shantala traduz um momento especial oferecendo a oportunidade dos pais terem um contato mais prolongado com o bebê. O toque carinhoso é a melhor forma dos pais se aproximarem do bebê após um dia de trabalho, transmitindo amor e carinho através das mãos. Esse contato ajudará muito os pais a conhecerem o corpo do seu bebê e como se comunicam, isso é muito importante e ajudará em muito nos dias difíceis da criança (Denise Gurgel, 2009)
Fonte: Wikipédia
Foto de ritagameiroo
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